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Formatando os Produtos do IAM

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Formatando os Produtos do IAM

Vamos construir aqui neste post os produtos do IAM para que possamos vende-los melhor. Minha sugestão é começarmos pelo Projeto Robin Hood.

Comentários

#1

Tenho minhas dúvidas se o caminho é cobrar pelas peças teatrais, acho que elas são uma forma inovadora de um vendedor "bater de porta em porta", essa estratégia é uma ruptura nesse processo, antes de bater na porta o instituto chega gritando e derrubando essa barreira.

Avaliando todo o portfolio de ações do IAM, acredito que seja possível costurá-los em um plano de ação completo para entrada em escolas, se é que isso já não é feito assim. 

Esse plano de ação pode ser customizado conforme as necessidades, podendo ser apenas mobilizador ou chegando a ser transformador, dentro do ciclo experiential learning (Mobilização > Sensibilização > Aprendizagem > Transformação)

Estou fazendo um exercício tentando juntar tudo o que o instituto e alguns parceiros fazem em uma proposta unica mas flexível. Além do site, vocês tem algum material, apresentação que usam para apresentar para as escolas?

#5

Grande Diego,

Tive uma reunião com uma produtora cultural em Vitória que algo bem parecido: "Devemos cobrar bem baratinho pela peça e esperar a escola nos procurar para próximas ações". Acho que é uma estratégia interessante de venda e que é o que temos feito até hoje, infelizmente esta procura num segundo momento é muito baixa, até o momento. Claro que tudo é uma questão de organizarmos bem o material de divulgação, mas não podemos esquecer que podemos vender este mesmo produto em diferentes formatações sem esquecer da Secretarias Municipais e Estaduais, as Empresas e outras ONGs.

Talvez seja interessante pensar a partir destes diferentes formatos para diversificarmos a venda.

Segue em anexo o nosso catálogo de atividades "vendáveis" do IAM

Pré-visualizarAnexoTamanho
catalogo_de_atividades_iam.docx1.46 MB

#2

Lembrei agora do Terno de Reis, uma banda percorre o bairro na madrugada cantando musicas folcloricas, vão batendo na casa das pessoas e entrando, no final os moradores pagam o quanto puder ou dão um cafezinho para continuarem o caminho! :D

#3

Um dos produtos que estou costurando em um plano de ação do instituto em escolas é a construção de micro conteúdos, pequenas mensagens que dizem muita coisa.

Isso na verdade é uma evolução da conversa sobrer canecas, camisetas e outros produtos que fossem vendidos após a peça ou em uma loja virtual, ajudando nos custos do instituto, mas conversando com Fernando Maciel, amigo que está montando uma estamparia, percebemos que seria dificil concorrer com preços e qualidades de grandes fornecedores, então surgiu o conceito de produtos que transpoem sua existencia.

Os produtos são coadjuvantes de pequenas histórias, em que eles fazem parte e complementam uma mensagem maior, além da utilidade, cria uma relação emocional com o produto, cria uma experiencia nova. 

Fiz uma apresentação para entenderem melhor. Acredito que esta abordagem pode ser multiplicadora nas ações do instituto, ensinar escolas e turmas a criarem suas estampas e histórias, e depois vendendo nessa plataforma que chamamos de, Recrie-se. Por enquanto serão apenas camisetas e canecas, mas a ideia do Fernando é trabalhar com outros produtos também.

Acho que o Punk vai se empolgar também, inclusive coloquei ele como parceiro de conteudo. :D

https://docs.google.com/presentation/d/1JEWlznzsbikgZZ4qJaVpumLTF8YeeQ2pFH7U47Xxx54/edit?usp=sharing

O que acham?

#4

Dei uma olhada na apresentação e entendi melhor as ideias que estão rolando. 

Não é muito minha praia e se estiver falando baboseira me avisem. A ideia de vender algo maior que o produto é de fato nosso objetivo. Creio que podemos inserir a questão do consumo consciente, no caso das camisetas talvez trabalhar com algodão organico, cru, colorido e talvez outras malhas. As estampas podem trazer esta ideia. Vi recentemente uma camiseta que achei muito interessante, a da Educação Gaia, tinha todas as palavras chaves tratadas durante o curso de formação deles e dispostas em círculo. 

Quanto a caneca, podemos pensar até em ideias de como acomplar ela em mochilas e até calças, talvez através de uma cordinha, com a ideia de "leve ela pra cima e pra baixo", meio exdruxula esta frase mas expressa talvez o conceito.

A ideia do colete também é bem interessante, podemos fazer uma primeira versão para os oficineiros do IAM e ir testando mais ideias.

#9

Gente

Costurei, cortei, bordei e me furei, fiz um exercício de colocar os produtos todos como um grande projeto dentro de uma escola, usei a escola pois é o que mais acho transformador, mas está bem flexivel.

Sinceramente, acho que vocês ja fazem isso, talvez não tenha criado nada de novo, só coloquei em uma apresentação o que já acontece na prática. Imaginei essa apresentação sendo feita logo depois do teatro na escola, não acredito que ela funcione sem isso, o teatro é uma parte preciosa no processo de mobilização, para ai sim sentar em uma sala e apresentar.

Vejam que coloquei o custo do teatro com um sorrisinho, ainda acho que a escola não deve pagar, temos que ter um centro de custo para força de venda, pode até ser um crowdfunding para levar o teatro por todo o Brasil. Esse custo de força de venda é bem comum nas empresas, e não é pequeno, geralmente eles colocam esse custo nos seus produtos. A futura loja virtual pode ajudar nisso também, pelo menos a pagar os objetos que o Simba quebra, :p.

Gente, como falei, foi um exercício de alguem pouco a par do instituto, se acharem que não faz o menor sentido, beleza, vamos continuar a construção, viajei em alguns textos, escrevi um monte de coisa que talvez não façam sentido ambientalmente também, hehehehe... A versão do google está editável, só chegar lá e mandar bala, vejam também que varios slides tem notas de rodapé.

Apresentação no google drive:

https://docs.google.com/presentation/d/1zME23XkusO70O_z3nsiTexbeJAsv5fkgvtFhMF0iYLI/edit?usp=sharing

Diego

Pré-visualizarAnexoTamanho
ambiente_em_movimento_nas_escolas.pdf1.82 MB

#6

Acho que ficou excelente, Diego! Do ponto de vista de comunicação, super persuasiva, de encher os olhos. Acho que valia à pena dar um gostinho também das atividades de aprendizagem, pois elas são muito ricas. E bem no começo deveria ficar claro qual é o tipo de transformação almejada. Só um pitaco!

#7

Massa Fred!

Você como professor, qual caminho você almeja para que seus alunos sigam e se transformem?

#8

Bem, minha proposta de transformação é tornar a tecnologia mais humanizada, mais fácil de usar. No caso do IAM a proposta tem que ficar clara, pois existem muitas abordagens diferentes para a questão do meio ambiente:

  • Salvar o planeta?
  • Consumo consciente?
  • Sustentabilidade ambiental?

Eu sei que o foco do IAM sempre foi a conscientização ambiental, mas tenho notado uma expansão. Qual seria o resultado dessa conscientização? O plano que o Diego colocou nos slides vai muito além de conscientização. Ele já fala de tomar uma atitude, mas não deixa claro qual seria essa atitude. Muita gente acha que a questão do meio ambiente já está perdida. O que seria possível fazer? Eu tenho a impressão de que o IAM está progredindo para organizar ações locais de reequilíbrio ambiental, mas me corrijam se estou errado. Isso tem que ficar claro na proposta, que é possível sim fazer algo prático. Se o principal problema para fazer algo prático é justamente a vontade e a empolgação, então o teatro e todo o resto que vem antes fica bem justificado.

#10

Perguntei para você pois também não sabia a resposta fred.

No seu caso então, você mobiliza e sensibiliza as pessoas quanto a importancia da tecnologia humanizada, depois ensina tecnicas e exercicios para que elas se desenvolvam e construam experiencias pessoais marcantes, para ai sim, seguirem seus rumos engajadas, desenvolvendo solucoes tecnologicas humanizados ou ensinando outras pessoas a fazer isso, ou até mesmo a criarem solucoes que mobilizem/ensinem sobre uma  tecnologia mais humanizada. Seus desejos andam por ai?

Me parece que no seu caso você tem dois desafios, pessoas e máquinas, seu primeiro passo são as pessoas, para que depois elas mudem as máquinas. Se parar nas pessoas voce não se sente satisfeito, isso? E fica feliz por perder o controle da situação, não saber até onde a sua interferência na construção daquele individuo pode chegar, afinal, será ele o responsável pela transformação tecnologica final, e não você. E viva a matemática.

Bom, e no Instituto? Seriam as pessoas e depois o seu micro universo? seu ecossistema? O mundo delas, e não aquele que passa na tv. Pegando o mesmo gancho, o instituto é a mente por criar um moto-continuo e o braço para dar a primeira corda, e esse motor seria ainda capaz de se reiventar e criar outros motores. Hmmm.. não sei se é uma boa analogia. :/

Então... O que seria o instituto no fisiograma da escola? Hmm.. por ai acho que é melhor. Algo está desiquilibrado naquele ecossistema e que tipo de coisa poderia dar uma chaqualhada naquilo tudo, um terremoto, El Niño? hahahahaha.. talvez. A kombi chega como uma ruptura na rotina daquelas pessoas, trazendo ferramentas e conhecimento para que elas prestem atenção e equilibrem mais seu sistema.

Agora sim cheguei onde você esta Fred, a transformação está proxima disso que voce falou mesmo cara, o engajamento da comunidade para o equilibrio do seu ecossistema, inclusive, como o processo é ciclico, o mesmo exercicio do fisiograma pode ser feito 2 anos depois para poder comparar visualmente a transformação dele, seria um case lindo hein! Me arrepiei.

To gostando.

Diego

Obs: Na mensagem anterior da apresentação faltou a palavra "pouco", quando falei que "foi um exercicio de alguem (pouco) a par do instituto." :p

Obs2: Fred, uma ótima meta para saber se produtos tecnologicos estão mais humanizados é quando vermos a turma do IAM em peso online, hahahahaha :p

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