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Revisar capítulo Aprender fazendo, fazer aprendendo

Revisar capítulo Aprender fazendo, fazer aprendendo

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Aprender fazendo, fazer aprendendo

Prazo: 
27/03/2014 - 20:00 - 02/04/2014 - 19:00
Responsáveis: 
gonzatto
Responsáveis: 
Isaac
Responsáveis: 
Paula Ugalde

Comentários

#1

Gente, vamos colocando aqui as contribuições que estamos fazendo no fechamento do capítulo para que possamos manter uma linha de pensamento.

Lá embaixo eu comecei a falar sobre os laboratórios vivos (peço que revisem) e já parti para as ferramentas. Comecei a falar sobre blogs. Logo mais vou dar um gás sobre textos colaborativos.

Alguém pode ir escrevendo sobre árvore do conhecimento?

#2

Só acrescentando, algumas pessoas colocaram comentários no corpo do texto, mas eu acho que isso não vai ser prático nessa fase de revisão, pois dificulta a avaliação da fluência de leitura e transições. Vocês são os responsáveis pela tarefa e podem organizar do jeito que quiserem, mas eu acho que corre o risco dos comentários ficarem ali e ninguém tomar uma decisão. Por isso acho melhor colocar os comentários eventuais aqui nessa tarefa, discutí-los e então aplicar as mudanças no texto colaborativo.

#3

Fred, eu sou um desses rs. Re-revisei boa parte já arrumando o que dava e questões mais problemáticas anotei e coloquei na tarefa. São estas, ao meu ver:

  1. O primeiro parágrafo é o pontapé inicial do texto, mas acho que está repetitivo: afirma que conhecer e aplicar estão interligados, mas cada vez que repete o argumento não acrescenta muito.
    Neste sentido, acho que o primeiro parágrafo poderia deixar claro a relação entre as principais categorias: aplicar x aprender E criar x aprender
  2. No trecho "O  modelo tradicional de escola já não atende as demandas de aprendizados, a começar pela designação do discente: aluno, aquele que não tem luz, que não tem conhecimento.", propus esse comentário: [ESTA RELAÇÃO ALUNO -=SEM LUZ já vi vários comentários que questionam essa compreensão etimológica, tipo: http://minhalinguaeeu.blogspot.com.br/2011/07/etimologia-aluno.html
    Alguém fez um comentário bem interessante, de que  "Independente da designação ser ou não correta, do ponto de vista da etmologia, é assim que os alunos são vistos pelos adultos no ensino tradicional. E isso não seria tão prejudicial 'se' os professores se vissem e/ou percebessem como também 'carecendo' de luz. Então acho que podemos apenas fazer uma ressalva a isso, como nosso posicionamento e manter a crítica pois é real/fatual"
  3. Falta escrever mais sobre o caso da Escola da Ponte.
  4. Melhorar parte dos REA. Não diz o que são REA.
  5. Na parte dos estudos de casos, há muita mudança de narrativa. As vezes descreve-se e narra-se o texto de forma mais afastada, dizendo que as coisas acontecem ou aconteceram de tal maneira, noutra o tempo é presente e assume-se a narração como sujeito do processo.

Creio que sejam necessários ver esses pontos, escrever e revisar denovo!

#4

Olá Gonzatto. Gostei muito de suas colocações. Penso que no ponto que estamos você já poderia ir fazendo algumas dessas alterações.

Abraços

#5

Turma, dei um gás escrevendo sobre "Texto Colaborativo". Foi coisa bem da minha cabeça e minhas experiências. Peço que deem uma criticada e alterem à vontade.

#6

Pessoal, o prazo de revisão já venceu, mas ainda estão faltando citar as ferramentas do Corais que permitem aprender fazendo. O Issac começou, mas acho que está incompleto. Se essa parte não for completada, teremos que deixá-la de fora do livro.

Já coloquei algumas sugestões do que pode ser elaborado na tarefa específica.

#7

Olá Fred. Tive o final de semana bem lotado com um evento que participei. Vou tentar dar esse gás nessa madrugada.

#8

Beleza Issac! Sem problemas.

#9

Fred, me atrapalhei todo com umas questões de última hora. Pergunto se ainda tenho algum tempo.

#10

O prazo de fechamento do livro se encerra no dia 10/04, então ainda há tempo sim, Issac!

#11

Turma. Escrevi algo sobre redes sociais. Fica só faltando dar uma complementada e escrever sobre árvore do conhecimento (que não domino).

O que escrevi é um esboço, deve ter vários erros gramaticais e falta de coesão, escrevi em meu horário de almoço. Quem puder revisar manda bala.

à noite pego mais!

#14

oi Isaac, fala da árvore doo conhecimento de Maturana? Não domino isso e não me atrevo a escrever. Andei pesquisando e achei uns links bacanas mas não para quem está boiando com eu. Espero que ajude. Um post  e dias cópias do livro aqui (ver pág. 257) e aqui

#12

Oi Paula. Não sei te dizer se é um conceito do Maturana. Eu realmente não conheço. Posso até imaginar o que deve ser mas prefiro não chutar.

Alguém pode nos ajudar nisso?

#13

E me referia à Árvore do Conhecimento do Corais mesmo... mas é interessante no futuro estudar o livro do Maturana para inspiração. Suas ideias são bem legais.

gostei do texto sobre redes sociais Isaac, mas acho que o ponto era falar das ferramentas no corais. O corais pode ser considerado uma rede social tb, só que focada em projetos, o q evita aqueles problemas q vc citou.

#15

oi Isaac, Fred! Estive procurando o livro do Pierre Levy que fala sobre pequenas árvores, arbustos de conhecimento. Não achei mas - em contrapartida, me deparei com um texto despretensioso, na wikipedia, que explica direitinho e 'acho' que é o que queria pois se aproxima muitoooo da ideia da árvore do conhecimento da Corais. Achei inspirador e que vale a pena vocês veteranos lerem aqui. É curtinho tbm.  

#16

PessoALL! Inspirada no link indicado anteriormente, escrevi uns rabiscos sobre a Árvore do Conhecimento da Corais, para que complementem e corrijam a vontade, ok? Nem pus no corpo do texto, para suas apreciações, revisão e feedbacks. ;)

A Árvore do Conhecimento da Corais, foi idealizada e desenvolvida por??, em ?, para ? Consiste de Cartões de Conhecimento, que possibilitam aos indivíduos logados, autogestar seus estudos, aprendizagens e especialidades, bem como identificar lacunas, necessidades e desejos de novas aprendizagens, a partir dos conhecimentos disponíveis na plataforma, estruturados em Ux Cards. Todos podem acrescentar ou corrigir as informações ali disponíveis, bem como criar novas. Funciona em formato de wiki e como a "árvore de conhecimento" de Lévy, permite o mapeamendo dos saberes individuais e do conjunto de conhecimentos de dada coletividade. 

Há uma ferramenta para os Ux marcarem as opções "estou estudando", "já estudei" ou "sou especialista".

Nos projetos da Corais, os cartões (cards) são autoatribuídos pelos indivíduos. Os saberes não possuem validação acadêmica, mas sim prática. As pessoas exibem em seu perfil os cards com a respectiva descrição do nível, para que, diante de demandas, outros possam conectar-se mais facilmente, para empreendimentos colaborativos. É uma forma de valorizar os indivíduos por seus saberes, naquilo que estão aprendendo e/ou já são especialistas. A árvore do conhecimento permite apreender a identidade cognitiva dos indivíduos ou grupos e seu potencial para colaborar horizontalmente, sem relações de poder-saber, presentes no ensino tradicional. Enseja a construção de nova sociedade aprendente redemocratizada, ibricada ao conhecimento em beta perpétuo, a partilha, ao remix, a cocriação, as coaprendizagens e a inovação.

#17

Isaac, dei uns pitacos na parte sobre redes sociais e a corais como rede. Espero que curta/m? Mas se não, mudem a vontade!

Sugiro que essa entrada da Corais como rede social seja o último tópico das funcionalidades.

Achei falta de falarmos sobre o cronometro de trabalho. Não sei usar direito e nunca me ative a ele mas, acho importante para 'autogestarmos' nossas muitas tarefas, controlando a dedicação em cada uma. 

Outra coisa que não entendo é a pontuação mas acho que é importante explicar.

Que peninha que amanhã é o último dia. :D 23h e 59 min (horário de Brasília) para o 'martelo'? É isso?

http://corais.org/colabor/node/80036 

#18

Paula, suas contribuições foram muito boas! Dei uma complementada lá no final, veja se está de acordo.

A minha sugestão seria mudar a linguagem quando é citada a diferença do analógico e do digital. Esse é um discurso que eu fico com uma pulguinha atrás da orelha pois eu parto de um sentimento de que somos [email protected] analógicos. Apesar do mundo digital a nossa leitura é sim analógica e o analógico permite percepções muito além do 0 e 1.

O que acha?

Bjs

#19

oi Isaac, pode ser sim. O que estou 'tentando' fazer neste momento é mapear o esccrito, pois tem ideias que dão voltas e precisam ficar só num trecho. O Rodrigo que me chamou a atenção para isso, no feedback anterior. 

Uma perguntinha: e se acharmos que não eestá bom até o final do prazo, como fica? :)

#20

O que não ficar bom até o prazo, a gente simplesmente corta do livro. Mas acho que está agregando bastante essas novas ideias.

no FAQ do Corais tem alguns detalhes sobre a árvore do conhecimento.

#21

Oi Pessoal, concord com Fred que precisamos analisar ao final do prazo de hj o que temos em cada capitulo e decidirmos coletivamente o que fica, o que precisa de algum rápido complemento textual e o que sai do livro.

Uma coisa que esta faltando são as imagens que ilustram as funcionalidades do CORAIS que explicamos em cada capitulo. Eu ja fiz um pedaço deste trabalho no capitulo de trabalho e economia, para isso dei um printscreen em cada tela e cortei no GIMP apenas os campos referentes a funcionalidade descrita.

Criei uma galeria de imagem aqui no coLABOR com estas imagens (http://www.corais.org/colabor/node/80070)

Se cada um puder fazer o mesmo para os demais capitulos, seria mto importante para o objetivo principal do livro.

No mais acho que teremos ainda que passar por mais algumas revisões (de gramática e eventualmente de correção mesmo) para que possamos começar a pensar em traduzir o livro pra outros idiomas e começar a diagramar o mesmo visando a TEIA 2014 que começa 20 de maio. (1 mes e 10 dias).

podemos  pensar na prox prazo de revisao pro dia 16/04? Será que já conseguimos ter todas as imagens pendentes até esta data?

Quem colaborou nos capitulos e nos textos sobre o CORAIS podem fazer suas respectivas imagens?

Falta pouco, vamos que vamos!

#26

Jatoba, Fred e Isaac que falaram das imagens das ferramentas da Corais. Salvei umas no banco que criaste.

Também fiz mandalas com um app e salvei no meu google drive compartilhando o link. Está na galeria das imagens, com explicações e coments. 

Os textos colaborativos (incompletos... ou é só o Aprender.. que está? Pois está super lento para editar, conforme já relatei. 

Que tal uma videoconf rápida para alinharmos mais o fechamento com [email protected]?

#22

oi PessoALL, estive revisando o capítulo e risquei umas críticas a escola tradicional que a mim parecem deslocadas ali, além de superficiais, onde estamos escrevendo sobre como podemos fazer diferente e na corais.

Aguardo seus feedbacks? _________ Redes Sociais As ferramentas citadas acima podem ser utilizadas de forma isolada ou em conjunto, como em uma rede social - no caso da Corais: de coLabor-ação. Vivendo em uma sociedade com um grande e dinâmico fluxo de informações. pesquisadores defendem o uso de redes, por que favorecem as aprendizagens sociais, coletivas. Algumas experiências práticas bem sucedidas vem demonstrando que as redes sociais podem ser interfaces lócus de aprendizagens interativas-colaborativas, com o uso pedagógico de suas ferramentas, para incentivar a comunicação, a colaboração, a autoria e a criatividade em sala de aula, potencializando aprendizagens. Softwares de Redes Sociais proprietárias sendo mantidas pela publicidade, apresentam varios distratores. Na tentativa de minimizar o 'problema', podem ser usadas pelos docentes, com configurações de privacidade e permissões restritas e hierárquicas. Isso tira a autonomia dos indivíduos, que ficam reféns das decisões do administrador (o professor). Alguns arranjos resultam em salas de aula virtuais, travestidas de inovadoras, por que não alteram a metodologia. Mesmo com mais possibilidades de interação e atrativos midiáticos, coexistem - via de regra, em meio aos distratores usuais das redes sociais. O Corais possui uma interface rica em recursos e ferramentas favorecedoras ao desenvolvimento e cogestão de projetos de trabalho e aprendizagem colaborativos. Ela pode ser usada como uma rede social, mas coLabor-ativa de fato, oferecendo inúmeros recursos e ferramentas para a interatividade comunicacional síncrona e assíncrona, a exemplo de chats, para trocas em tempo real e ferramentas de vídeo-conferência. A plataforma, reconhecida pelos usuários como uma rede social coLabor-ativa, é bem mais completa e adequada para objetivos de cocriação, constituindo ambiente propício para o desenvolvimento de trabalhos coletivos, potencializando a criatividade, além de incentivar a autonomia dos indivíduos, contabilizar pontos de participação e trabalhar tomadas de decisão autogestionárias. ______ Também li sobre a Árvore do Conhecimento da/na Corais e reformulei o texto acima e colei lá. Que dizem? _____ Gosto do que temos (ainda que depois de ler o FAQ e a página subsequente, tenha me apaixonado pelo descrito sobre a Corais e se pudesse, incluiria parte disso sintetizado aqui.. Foi a 1ª vez que li. :) ___ Mas #bravos PessoALL! Parabéns pela ideia e iniciativa Jatobá e Fred! E muito grata e honrada pelo convite Rodrigo! Adorei e continuo até 16, como definiram. e-abs!

#23

Paula, concordo com as suas sugestões.

Sobre as imagens eu posso colocá-las. Serão prints do corais? É isso? Algo além?

Abs

#24

Salve Isaac,

sim são os prints do CORAIS q sao os mais urgentes, pois temos varias explicações sobre o uso das funcionalidades mas sem uma boa ilustração é mais difícil para o usuário de fato aplicar este conhecimento.

O padrão como o Fred explicou anteriormente é pegarmos apenas os campos que estamos abordando no texto (e nao a tela inteira).

Vc pode fazer estes prints? Fora ele temos possibilidades de ilustrar também os capitulos com ilustrações e outras imagens. Caso tenha alguma idéia e/ou sugestão é só postar aqui e vamos decidindo coletivamente

#25

[email protected] dei uma revisada na parte sobre redes sociais, resolvendo as questões colocadas pela Paula. 

Estou marcando como concluída esta tarefa, pois o capítulo está completo agora. Parabéns a todos que participaram!

#27

Fred e demais, acham que o capítulo está completo?! Acho que poderia ficar bem melhor..

Mas escrevo indagar, porque só agora pode ter 'caído' a ficha: se deu a tarefa do capítulo por concluída Fred, será por isso que não carrega e não permite alterações?

UMAS é o lance de escrevermos com @ pois tem em alguns espaços mas não em todos. Tentei corrigir isso hj mas travou.. Que diz/em? 

#28

Eu acho que não há a necessidade de escrever mais nada nesse capítulo. Se alguém quiser revisar o português tudo bem, mas eu acho que vale mais à pena agora concentrar os esforços na introdução e nas considerações finais que ainda estão muito crus.

Um detalhe: esse pad foi afetado pelo bug intermitente e recuperei o conteúdo dele criando outro pad, só que ficou perdida a marcação de autoria http://corais.org/colabor/node/80670

#29

oi PessoALL! Fred, acho que está incompleto, com redundâncias e trechos repetidos salteado e outros com ideias incompletas. Isso, no geral, não na parte das experiências relatadas.

Opino que 'não fica bem' usar o @ e deixar ambíguo, porque nunca conseguimos de todo. 

Ex em um início de frase:

@ professor

ou devia ser

@ [email protected]?

Se usamos no plural tudo bem:

@s [email protected]

Mas não tem como manter essa unidade.
Ainda acho que o clássico no masculino resolve bem e basta de início esclarecer a opção. 

MAS também podemos escrever ambos - se desejarem mais aí fica 'exagerado'..

Os professores e as professoras precisam aprender a...

Outra dificuldade é que ao longo do livro usamos diferentes sujeitos da oração..

Tem pessoas, participantes, sujeitos, indivíduos, usuarios

e
professores, educadores, docentes, professorado
e
alunos, estudantes, educandos, discentes, aprendizes
 

Basicamente 'acho' que precisamos definir os termos usuais para professor e aluno. E sugiro que usemos 'alunos' somente para mencionar o 'sem luz' e que no resto do texto usemos aprendizes. Por que da opção? Porque educando pressupõe alguem que cumpra o papel de educador e lhe eduque. Estudante remete direto a 'escola' e não aprendemos só lá - ao contrário.

Já para docência não sei e não gosto de nenhum e tendo de escolher 'ainda' ficaria com 'educador' em alusão a pedagogia libertária de Paulo Fraeire..

Feedbacks?

#30

PessoALL!!! Se precisar 'revisar' a definição em todo o livro eu faço mas claro que mais olhos veem mais e mnais longe. ;) 

#31

Bem, a questão do gênero foi votada e o arroba ambíguo ganhou. Só não apareceu até agora ninguém disposto a fazer as alterações em todo o livro, nem tampouco escrever um texto para justificar o porque dessa grafia diferenciada.

Eu acho bem bacana a ideia e vale à pena manter o que foi decidido, porém, eu gostaria de contar mais com o compromisso dos coautores, pois não ajuda muito se tivermos muitas sugestões e pouco braço para implementar.

Com relação a questão de aluno sem luz, eu acho que vale à pena fazer a crítica a primeira vez que mencionarmos e em seguida usarmos apenas o termo aprendiz, conforme a sugestão da Paula. Porém, novamente, precisaremos de braço para executar.

Quanto a professor ou educador, por mim ficamos com professor porque é o termo comum e por enquanto não temos nada melhor.

#32

Por mim está legal Fred. Vou iniciar a corrigir mas precisamos que os coautores colaborem. Tem muito a ser feito. Jatobá acompanha (como tu Fred). Ele está vindo e na semana pega valendo. Isaac e eu temos trocado no capitulo mas sabemos que tem a introdução e a finalização. E os demais? Tudo bem? #bora contribuir? 

E nessa correção em especial é arriscado porque tem de ser manual,não sendo dicionarizado e aceito pelos corretores ortográficos.

Que tal fazermos uma videoconf para um encaminhamento coletivo da acabativa?