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Experiência com UX Cards

Experiência com UX Cards

Pessoal,

Durante o EBAI tive a oportunidade de ter contato com uma versão dos cards em PVC oferecida pelo Fred para um teste, juntamente com a Fernanda, Íris e Fanny do UOL.

Nós fizemos uma reunião para experimentarmos os cartões em um projeto que está em fase inicial, sem definição de como será executado. Não conseguimos o acesso ao QR Code naquele momento e tivemos dificuldades para entender aspectos relacionados aos métodos menos comuns. Percebemos que o texto é crucial para comunicar o máximo sobre os métodos disponíveis. Sentimos necessidade de criar duas novas cartas para atividades relacionadas ao projeto: Layout e Desenvolvimento. Destaco o aspecto lúdico existente nos cards que contribuíram para envolvimento e descontração da equipe. Foi um tipo de brainstorming de processo de pesquisa com usuários.

Percebi três momentos básicos:
1. Abertura das opções propondo vários métodos, mais do que faríamos normalmente, em outras palavras nos empolgamos e queríamos colocar todas as cartas.
2. Discussão para seleção das cartas e distribuição destas na mesa.
3. Definição do processo geral ainda que esse planejamento possa sofrer alterações por motivos diversos, tais como: resultados obtidos com as pesquisas ou redirecionamento do projeto.

Talvez um profissional com muitos anos de experiência atuando de forma mais confortável não tire tanto proveito como alguém que inicia e procura novos métodos para aprender. Ao final nós optamos por não fazer anotações e fotografamos a disposição das cartas.

O que achei mais interessante é que uma ideia aparentemente simples falando sobre diversos processos conhecidos pode facilitar as decisões e comunicação entre a equipe presente e outros que não puderam participar e terão acesso ao resultado dos cards. Caso alguém tenha sugestões, por favor, compartilhe. Tendo mais novidades acrescentaremos aqui.

Abraço
Leandro

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Comentários

#1

Bacana o relato, Leandro!

Também já observei essa empolgação de querer colocar todos os métodos possíveis no início. Mas acho isso interessante porque quando estamos sem os cards a gente acaba pensando apenas nos métodos que seriam possíveis de acordo com as condições do projeto, mas se temos os cards na mão, podemos reconsiderar essas condições, encontrar brechas.

Uma coisa nova que vocês fizeram é a disposição caótica do baralho ao lado, dando a possibilidade de todos na mesa visualizarem as cartas. Isso é bem diferente da proposta do Storyboard, onde cada participante controla um tipo de baralho (métodos, entregáveis ou recursos).

Acho que podemos gerar um novo modo de jogo a partir dessa idéia. Não sei exatamente como, mas como exemplo, cito o modo de jogo Talento. Esse modo jogo não é necessariamente para aplicar em projetos reais, mas como uma forma de integração de equipe, de troca de experiências.

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