Etapas del proceso de construcción

El proyecto "Vocabulario Común de la Participación" va a crear un modelo de datos que representa la participación social, organizada por conceptos y sus relaciones y que se desarrollará, en su mayoría, en un entorno virtual, distribuido y abierto. Nuestra visión de futuro es de tener, con este vocabulario, un mapa de los principales temas, personas y territorios mostrando sus conexiones y zonas de influencia, generando una inteligencia colectiva alrededor de las causas públicas y colectivas.

Usted puede participar en la construcción del "Vocabulario Común de la Participaciónen los debates abiertos o lanzar un nuevo temaParticipantes con menos experiencia en el tema pueden ver ejemplos de uso de este vocabulario. También necesitamos su apoyo en la Formulario de Adhesión y Sugerencias. Los detalles del proyecto están abiertos aquí en la comunidad, así como las etapas del proyecto.

A continuación se muestran los pasos para este proyecto:

Comentarios

#1

Vejam neste post as Etapas do Projeto! Vamos ajustando por aqui! No momento, temos 3 rios que desaguarão na Wiki Principal do projeto, para construir a 1a. versão do vocabulário! São eles:

  1. Qual é a ambição deste vocabulário comum da participação social?

  2. Ontologias existentes: Quais e Como podemos usar para nosso Vocabulário?

  3. ¿Cuáles son los términos importantes?

#2

Olá Henrique e Rodrigo,

eu estou de novo aqui lendo o conteúdo do projeto de vocês e também porque a Talita me disse que vocês perguntaram porque a gente não colabora com o projeto.

Eu andei pela plataforma aqui e não sei onde me envolver, quais os próximos passos. Eu acho que outro problema é que ainda não entendo, como vocês pretendem que as coisas funcionem na prática. Há muitas semanas estou estudando dados abertos. Faço pedidos de informação, acesso sites do governo ... o que vejo é que os dados geralmente são muito defeituosos, informações não batem com a realidade e tudo mais ... De repente tenho até a impressão que uma ontologia seria muito complicado nesse contexto ... Se ela for usar esses dados sem qualidade em um novo sistema, computando-as, sei lá. Porque aí então teremos muito lixo de dados no final, me parece.

Alguns projetos legais que vi: um deles tem a ver com web semântica ... é o freebase.com Mas os bases de dados são organizados por seres humanos. Também gostei da ideia do CKAN, de salvarmos nossos dados em um formato aberto e outros possam utilizá-los em seus aplicativos, etc.

Tenho algumas dúvidas concretas:

Onde posso ler sobre o intuito que vocês têm com o projeto?

Qual é o esforço que precisa ser feito para incorporar isso nos aplicativos?

O que fazer com redundância de informações? Como evitar information overload?

Como conseguir conectar conteúdos relacionados/identicos e evitar que eles estejam duplicados no aplicativo? - Você Henrique sugeriu que houvesse um plugin no site da Câmera que criasse um tópico na Cidade Democrática. E se um cidadão que leu sobre isso no jornal já tivesse criado esse conteúdo? Qual é o valor dessa informação? Para tornar o processo transparente? Para convidar os cidadãos a participarem?

Sobre a transparência: acho que não haverá se há informação demais.

Convite à participação: acho importante, mas ainda vejo o problema mais em baixo. Acho que muitas pessoas somente começam a se envolver quando sentem que a informação é relevante para eles e quando passam a ter certa cultura digital.

Aí um último ponto que eu lembro é que vocês querem conectar informações de diversos projetos para que os plataformas de web-cidadania conversem entre si. De qual maneira? Não basta oferecer um .csv com os dados ou uma API para poder ter acesso ao aplicativo e construir outras ferramentas? Para quem interessa construir um aplicativo/site que compila informações de várias plataformas de web-cidadania?

De repente basta, linkamos entre os projetos? Por exemplo, posso em nosso aplicativo (MootiroMaps) nas comunidades (territórios) linkar para artigos da wikipedia ou quando não houver um artigo, incentivar o cidadão a criar esses artigos. Ou eu posso sugerir dentro de meu manual que ações que requerem de abertura de dados públicos sejam cadastrados no Queremossaber. Também podemos promover que propostas que precisam de aprovação na câmara municipal sejam cadastrados na Cidade Democrática ...

Mas bom, de repente ainda não entendi o ponto.

Pra encerrar posso escrever quais perguntas estou tentando resolver e agradeço se vocês conseguem explicar se a Ontologia que vocês estão construindo junto com os demais nessa plataforma tem a ver com esses problemas. Quero entender:

  1. Como podemos ter um processo que de fato possibilite o acesso à informação. (Vejo que a maioria dos processos públicos é tão mal documentado que o cidadão nem compreendo o que pode pedir e solicitar.)
  2. Como podemos promover e ampliar a participação cidadã da população? (Na minha avaliação ela continua muito baixa. Quero fazer leitura disso e conseguir promover soluções.)

Bom, não sei, se esse é o local certo para esse comentário mas não sabia onde vocês queriam que eu coloco.

Um abraço e até logo,

Daniela

#3

Olá Daniela,

Tentando responder algumas das suas muitas perguntas.  :D

Qual é o esforço que precisa ser feito para incorporar isso nos aplicativos?

O esforço tecnológico é relativamente pequeno. Na prática é apenas mais uma solução de integração. Neste contexto, o esforço maior é realmente na construção da ontologia.

O que fazer com redundância de informações? Como evitar information overload?

Uma das partes mais importantes no processo de modelagem de ontologias é a seleção das propriedades que identificam univocamente uma entidade. Partindo desse princípio é que dizemos que a web semântica é um mundo aberto, ou seja, sempre podem existir novos fatos. É diferente de quando pensamos num banco de dados comum, onde o "dono" tem todo controle do que está lá dentro, pois sabe o que entrou ou mudou na base de dados. Imagine que na web semântica o "banco de dados" é distribuído. A escrita nesse banco de dados é simples, basta publicar na web. A leitura é um pouco  mais complicada, é preciso conhecer as fontes dos dados e realizar consolidações. Pra isso existe o SPARQL!

Pra evitar a geração de informações duplicadas, é preciso fazer o uso intenso da web. Ou seja, que os aplicativos estejam conectados e tenham estratégias para evitar isso.

Sobre a dúvida relacionada à integração de informações de diversos projetos para que as aplicações conversem entre si. A resposta está em parte no que falei antes. CSV simplesmente não basta. Uma ontologia não é necessária para uma integração de dois sistemas. Porém, quando muito atores/sistemas estão envolvidos, e o assunto fica mais complexo, onde cada ator entende os conceitos de uma perspectiva particular, é preciso partir pra uma ontologia. Por isso dizemos que uma ontologia é um acordo semântico. Na prática se utiliza o formato RDF, que consegue agregar o dado e a semântica num mesmo recurso.

Sobre a linkagem que você exemplificou, é possível sim. Porém, se não houver uma ontologia, acordada por todos os atores, as integrações serão sempre ponto a ponto. Fazer integração na Web é diferente de fazer integração na Internet.

Sobre suas 2 últimas perguntas, deixo pra outro responder!

[]s

Nitai

#4

Valeu, Nitai!

Olá, Dani! Obrigado pelo seu post!

Podemos aproveitar uns minutos do nosso encontro da semana que vem pra esclarecer alguns dos pontos que você levantou, ok?

Antes, sobre as suas 2 últimas perguntas:

  1. Como podemos ter um processo que de fato possibilite o acesso à informação. (Vejo que a maioria dos processos públicos é tão mal documentado que o cidadão nem compreendo o que pode pedir e solicitar.)

Aqui, minha resposta para você tem a ver com o foco do projeto. Nossa perspectiva é de que precisamos organizar e dar acesso qualificado às informações que tem origem na sociedade, propostas criadas por cidadãos. Com isso, podemos cruzar esse conjunto de informações com outro conjunto de informações que têm origem nos agentes e órgãos públicos. Para cobrarmos que os agentes públicos disponibilizem os seus dados com qualidade, precisamos fazer isso com os dados e informações que surgem a partir da nossa atuação.

  1. Como podemos promover e ampliar a participação cidadã da população? (Na minha avaliação ela continua muito baixa. Quero fazer leitura disso e conseguir promover soluções.)

Esse é o nosso grande desafio! Vejo que a possibilidade de agregar as informações presentes nas diversas plataformas e projetos que podemos chamar de webcidadania, ciberativismo, wikicidades etc. é um grande ganho nesse sentido. Hoje, as plataformas competem entre si (de alguma forma) e oferecem soluções fragmentadas para o cidadão que deseja participar. A partir da ontologia, novas iniciativas surgirão porque será possível usar os dados que hoje estão dispersos e não se “conversam.”

Faz sentido pra você?

Abraços do Rodrigo