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Exemplo para envolvimento da comunidade de hackers

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Exemplo para envolvimento da comunidade de hackers

Uma vez definido o vocabulario e transformado em dados linkados, a comunidade de hackers pode colaborar desenvolvendo plugins para ambientes de webcidadania livres. Segue diagrama em anexo:

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diagrama_vocab_plugin.svg13.67 KB

Comentarios

#1

Poppi, pensei hoje em um plugin desse para o site de Câmaras!

Imagine, assim que um projeto é protocolado (no sistema da Câmara) vira uma proposta no Cidade Democrática, podendo receber sugestões, críticas e melhorias de todos (fortalecendo a proposta e o diálogo entre parlamentares e sociedade). Depois disso, o vereador receberia seu perfil para "ativar" um segundo passo, colocando foto, descrição e email de contato.

Todas as novidades (comentários, apoios e seguidores) emitem avisos ao email do vereador, que fica acompanhando e interagindo em uma espécie de consulta pública. Vai rolar hackathon aqui na Câmara de São Paulo. Acha que rola pensar nesse?

abraços!

PS: Veja: 

CONCURSO PREMIA HACKERS QUE MELHORAREM CONSULTA AOS DADOS ABERTOS

#2

Massa! Acho uma boa idéia sim, há alguns pontos para pensar na implementação, já que cada camara tem um tipo de cms e talz, mas bora levar essa idéia!

#3

Uma questão que não está clara pra mim é porque os hackers criariam esses plugins? Motivação via concurso conforme o Henrique propõe tem eficácia de curto prazo. Eu acredito que tem que ficar mais claras as possibilidades que o hacker vai ter com essa abertura. Seria legal juntamente com o desenvolvimento do vocabulário da participação estar sempre pensando em possibilidades de uso, tal como o Henrique fez no seu comentário, porém talvez sem especificar tanto como a tecnologia se comportará, enfim criação de cenários.

#4

Pessoal,

O ideal seria definir uma espécie de interface padronizando o acoplamento dos sites das camaras ao CidadeDemocratica, de forma que o tipo cms, os sistemas de controle do processo legislativo, etc ficassem transparentes. Esta interface definiria uma espécie de "contrato" entre os sistemas de forma a garantir a interoperabilidade. E, claro, sempre baseado em formatos abertos. 

Uma dúvida: as câmaras terão que implementar esta interface, ou seja, minimamente deverá haver interesse por parte das casas legislativas em se acoplar usando o plugin. Seria isso?

Abraço!

#5

Fred, curti seu olhar! Poppi e Frederico, acho sim que é por aí!

Vou tentar envolver a galera da CMSP. Frederico acha que pela ALESP rola algo também?

abraços!

#6

Parra,

Estou na luta aqui internamente tentando disseminar a idéia de Dados Abertos, Transparência, etc. Infelizmente, a nossa casa legislativa de SP está um pouco atrasada em seus processos de abertuda e transparência. Da parte de TI, tem 1 ou 2 analistas que se interessam pelo assunto, posso sondá-los com relação à participar de alguma forma. Mas num primeiro momento seria de forma não-oficial pela casa, já adianto a vocês isso. Em minhas pesquisas internas aqui, soube que já houve iniciativas de participação no projeto LexMLque foi devidamente abafada e o processo, pelo que pude verificar aqui, arquivado. Ou seja, não esperem grande colaboração oficial da ALESP num primeiro momento.

Ainda assim, estou à disposição para ajudar no que for preciso e estiver ao meu alcance.

Abraço,

#7

Aqui o manual de dados abertos para desenvolvedores que aborda ontologias:  http://www.w3c.br/pub/Materiais/PublicacoesW3C/manual_dados_abertos_desenvolvedores_web.pdf

(Anexando tb para aparecer na sessão de arquivos do projeto ;-))

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manual_dados_abertos_desenvolvedores_web.pdf1.15 MB

#8

Segue indicação de livro também:

Web Semântica: a Internet do Futuro - Karin Breitman (8521614667)

  • Autor:  Karin Breitman
  • Editora:  LTC
  • Nº de Páginas:  212
  • Descrição
    Neste livro vamos abordar os parâmetros sob os quais vai se basear essa WEB do FUTURO. Introduzimos conceitos fundamentais que, desde Aristóteles, apoiam a classificação do conhecimento e o papel de ontologias para organizar informação. Abordaremos os padrões de linguagem (evolução do atual HTML) que estão sendo propostos para a construção de ontologias e apresentaremos uma estratégia simples, que vai permitir que o leitor construa suas próprias ontologias. Apresentamos algumas das ferramentas que estão sendo disponibilizadas para a Edição e a visualização de ontologias WEB, e listamos vários recursos existentes que podem ser reutilizados de modo a agilizar essa tarefa. Finalmente, apresentamos alguns WEB Services que já estão utilizando recursos da WEB Semântica. Este livro é direcionado a todos aqueles que querem entender melhor a proposta da WEB Semântica e fazer uso dessa nova tecnologia para marcar semanticamente suas páginas e aplicativos WEB. O objetivo deste livro é explicitar as tecnologias que você pode usar para criar uma nova INTERNET, mais conveniente para seus usuários do que a WEB atual. Este livro é dedicado a programadores (apesar de não ser um livro de programação), WEB Masters e desenvolvedores interessados em fornecer algo a mais para seus clientes. O conteúdo abordado no livro é usualmente apresentado em cursos de graduação com duração de um semestre. Todos os capítulos contêm uma lista de leituras recomendadas, que levam ao aprofundamento dos tópicos discutidos. Se o livro for utilizado na pós-graduação, sugerimos que os alunos se utilizem dessas recomendações para aprofundar sua pesquisa e, adicionalmente, da extensa lista de referências bibliográficas fornecidas ao final da obra.
http://www.ciadoslivros.com.br/web-semantica-a-internet-do-futuro-2005-edicao-1-p142161
 
Vou usar este livro como referência inicial em minhas pesquisas.
 
Abraço

#9

Berto (pra diferenciar os dois freds! ;) e Poppi, boas indicações!

Berto, sobre a ALESP: bora fazer esse link da forma que der. O próprio debate aqui está nascente e vamos amadurecendo! Se esses dois da TI se animarem, convide para cá!

Se amadurecermos a ideia de um plugin ao longo do processo, podemos animar num hackthon e olhar pro sistema da ALESP, estreitando de forma oficial lá na frente. Parece?

abraços do henrique

#10

Berto e Poppi, colocam esses exemplos na Wiki?

¿Qué es vocabulario o ontología?

En colaboración, compartiremos otros conocimientos y referencias para la comprensión de los usos y la importancia de un vocabulario común. Agradecidos por su contribución!

http://corais.org/vocabulariodaparticipacao/node/1564

#11

Gente, hoje tava pensando aqui no projeto, na sugestão de plugin para as camaras municipais e assembleias estaduas e me ocorreu uma coisa importante: de certa forma, essa ontologia também é uma forma de avançarmos na abertura dos processos políticos, seja o legislativo, seja na reverberação das propostas e leis no executivo e judiciário, não é?

Então acho fundamental que essa ontologia contenha minimamento elementos do próprio processo legislativo, mesmo que não na idéia central mas de repente até como um extensão.

Exemplo: já temos causa, autor, apoio, território, tema e talz. Podíamos extender para indicar se essa causa já é ou se relaciona com um projeto de lei, se já tramita, se já é lei etc. Vou incluir esses elementos lá no mapa mental.

Agora eu pergunto? Será que já existe pronto algum vocabulário/ontologia de legística? Podíamos fazer o nosso como extensão desse, não?

#12

Poppi, curti e acho que tem tudo a ver!

Não conheço, mas pesquisarei! Berto conhece alguma ontologia para processo legislativo?

Poppi, e o pessoal do eDemocracia? Será que eles manjam ou olharam para algo nesse sentido?

Teriam interesse de chegar aqui?

abraços!

#13

Parra / Poppi,

Vou pesquisar também algo neste sentido, mas até onde me lembro em pesquisas anteriores sobre o Processo Legislativo, lembro-me de ter encontrado alguns Glossários apenas, mas nada que se aproximasse de ontologias ou vocabulários controlados. Há um departamento de documentação e informação que cuida da catalogação de tudo quanto é tipo de coisa na ALESP, desde livros até leis, processos e proposituras. Vou dar uma sapeada por lá pra ver se descubro algo que possa nos ajudar.

Gostaria de leventar uma questão (lá vem o chato do engenheiro de software com seus métodos formais... :-D): a metodologia 101 proposta para o projeto prega como o primeiro passo "Identificar o dominio e o alcance da ontologia". A mim não está claro ainda qual é exatamente o domínio do conhecimento que estamos nos propondo a modelar. Quando falamos em participação social, o termo nos remete a infinitas possibilidades de interpretação e aplicação. A própria sugestão do Ricardo Poppi já nos demonstra isso.

Posto isso, fica uma sugestão: antes de iniciarmos pesquisas aprofundadas e procuras por referências muito específicas, para evitarmos retrabalho ou trabalho desnecessário, devemos dar grande enfase na definição deste domínio e escopo (alcance) da ontologia. Caso esta visão do domínio esteja um pouco confusa apenas pra mim (mais do que possível),  acho que seria interessante tentarmos escrever qual é exatamente este domínio.

Abraços,

#14

Legal, moçada!

Sobre a sugestão do Poppi, penso se esse nexo entre propostas dos cidadãos e projetos de lei em tramitação, aprovados etc. seria uma das mil possibilidades a serem desenvolvidas depois de termos criado essa ontologia e não estaria dentro desta ontologia.

Pra embasar, digo qual é o escopo, até onde chegamos:

Este projeto tem como escopo as dinâmicas e ações próprias da atividade de participação social em que pessoas e organizações discutem questões e soluções para temas públicos e coletivos.

Quando necessário, faremos escolhas que permitam abarcar as dinâmicas específicas nas quais estão envolvidos os movimentos por cidades sustentáveis. Quando não for necessário, tentaremos retratar a participação social como um todo.

Quanto ao recorte territorial, este projeto visa a compreender, e ao mesmo tempo equacionar, os aspectos da participação social na América Latina.

Abraços do Rodrigo

#15

Esse escopo será que não valia à pena colocar lá no texto de introdução na página inicial? O texto atual está mais tentando explicar o contexto do projeto, mas eu acho que ajudaria melhor se ali fosse mostrado O QUÊ seguido de um link para uma página que explica o PORQUÊ? Quem já souber O PORQUÊ vai identificar ele de imediato ao ver O QUE.

#16

Caros,

Descobri aqui no Departamento de Documento e Informação da ALESP uma iniciativa antiga de tentar definir um vocabulário controlado do Processo Legislativo. Pelo que pude ver, foi gerado uma espécie de glossário, que segue em anexo. Ele ainda não foi devidamente oficializado pela Casa.

Também acho que carece de clareza em alguns aspectos. Não conferi tudo, mas corremos o risco de estar voltado ao Processo Legislativo da ALESP apenas, já que não foi feito de maneira compartilhada e nem é visto como um "organismo vivo". Daí que mais parece uma lista estática de assuntos, mais voltada às especificidades do regimento do ALESP do que propriamente ao "processo legislativo".

Abraços,

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glossario_processo_legislativo.pdf423.38 KB

#17

Não conheço ontologia do processo legislativo mas, em sua tese de doutorado pela UnB e a Universidade de Bologna, o Dr. João Lima, do Prodasen, propôs uma ontologia para documentos legislativos. Vejam [1] e [2]. Se existir alguma do processo legisllativo, ele deve saber.

Outro lugar que alguém poderia perguntar sobre isso é no grupo GITEC interlegis [3]. Como ele trata de tecnologia do legislativo, pode ser que algum participante conheça.

Abraços

[1] http://www.e-p-a-p.com/dlib/9788883980466/art4.pdf
[2]http://repositorio.bce.unb.br/bitstream/10482/3398/1/Tese_Joao%20Lima.pdf
[
3] http://colab.interlegis.leg.br/wiki

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